FLAP 2007: CONTAMINAÇÕES


Por Ivan Antunes

Tudo pronto para a FLAP 2007

Faltam 6 dias...proponho uma contagem regressiva aos amigos e colaboradores.

- Vai ter Feira de Livro

- Vai ter discussão de literatura

- Vai ter gente que não acaba mais

- Vai ter sarau

- Milho, pamonha, cural, vinho quente (na junina ao lado)...É no dia de São Pedro, mas é FLAP...Que todos os santos estejam pela Literatura Contemporânea nestes dias.

 

Compareça!

"diversão garantida, ou a sua televisão de volta" (maloqueiristas)



Escrito por flap às 12h06
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Lançamento na FLAP

 

por Fábio Aristimunho

 

Aguardem...



Escrito por flap às 00h26
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FLAP! 2007 EM CARTAZ

por Victor Del Franco

 

 

 

 

 

Clique aqui e contamine-se

com a programação completa

 



Escrito por flap às 15h39
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FEIRA LIVRE DE LIVROS

por Ana Rüsche

 

Durante os dias 30 de junho e 1° de julho haverá uma FEIRA LIVRE DE LIVROS nas calçadas da Praça Roosevelt! (na altura dos Satyros I, nº 214) Acabamos de conseguir o Termo de Uso da Subprefeitura da Regional da Sé! Louros ao Ivan Antunes, que botou seu lado causídico para quebrar.

 

Já há várias editoras interessadas. Você também está?! Seja editora ou independente, seguem as normas para participar da feira!

 

INSTRUÇÕES

Para participar da Feira Livre de Livros durante a FLAP

Sábado e domingo, dias 30 de junho e 1º de julho, das 10h às 17h

Praça. Roosevelt, altura do nº 214, Centro - São Paulo

 

No espírito de "feira livre", não será cobrada nenhuma quantia para montagem de bancadas - cada um será responsável pela montagem de sua própria. Confirmações com Eduardo Lacerda.

 

As normas abaixo foram repassadas pela Subprefeitura da Sé. A organização do evento não se responsabiliza por descumprimentos de expositores às regras. Com relação à estrutura, cada expositor será responsável por trazer e montar sua própria bancada na calçada, pois a organização não terá condições de oferecer infra-estrutura como mesas, cadeiras e outros.

 

1) Todo livro vendido, seja ele usado ou novo, terá que possuir a correspondente nota fiscal.

2) "Livros novos" deverão ser vendidos com preço diferenciado das livrarias. Exemplo "40% de desconto".

3) Não será permitido haver nenhuma divulgação de marca de livraria ou editora (Lei Cidade Limpa - Kassab).

4) As bancadas deverão ser montadas nas calçadas da Praça de maneira a não impedir a circulação de pedestres.



Escrito por flap às 20h08
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O Casulo 6 - Teaser



por Andréa Catrópa

O entrevistado do Casulo 6 será o músico, compositor e cantor maranhense Zeca Baleiro. Um dos resultados mais bonitos de seu namoro com a poesia é "Ode descontínua e remota para flauta e oboé - de Ariana para Dionísio". O cd traz poemas de Hilda Hilst musicados por ele e interpretados por grandes vozes femininas da canção nacional, como Ná Ozzetti, Mônica Salmaso, Maria Bethânia e Angela Maria.

Confiram abaixo o poema que no cd é cantado por Zélia Duncan, e, logo depois, um trecho da entrevista inédita.

"É lícito me dizeres, que Manan, tua mulher
Virá à minha casa, para aprender comigo
Minha extensa e difícil dialética lírica?
Canção e liberdade não se aprendem

Mas posso, encantada, se quiseres

Deitar-me com o amigo que escolheres
E ensinar à mulher e a ti, Dionísio,

A eloqüência da boca nos prazeres
E plantar no teu peito, prodigiosa
Um ciúme venenoso e derradeiro."
(Hilda Hilst)



O CASULO: Em 2005, você lançou “Ode descontínua e remota para flauta e oboé”, cd no qual musicou uma série homônima de poemas de Hilda Hilst. Gostaria que falasse um pouco da sua experiência com a poeta.
ZECA BALEIRO: Hilda era uma figura fantástica. Quando fiz meu primeiro cd, enviei uma cópia autografada a ela, com carinho de fã, sem maiores interesses. Pra minha surpresa, ela me ligou dias depois, com a voz debilitada por uma isquemia, e falou que queria ser minha parceira, que tinha adorado “Heavy Metal do Senhor” e “Bandeira”, que literatura não dava dinheiro, um monte de coisas... Achei aquilo divertido e inusitado, porque sempre fui um grande admirador da sua literatura. Ela foi uma “descoberta literária” que muito me espantou e instigou. Então ela me enviou um disquete com toda a sua obra poética, antes mesmo de seus livros serem relançados pela Editora Globo. Fiquei namorando seus poemas, até que comecei a musicar sem muitos planos a “Ode”. Fiquei muito envolvido com aquilo e gostando das canções que surgiam. Então, gravei tudo e mandei pra ela ouvir. Ela adorou, não sem contestar a métrica de um dos versos, claro, e então lancei a proposta de fazermos um disco de cantoras. Ela adorou e se entusiasmou, começou a propor nomes, Marisa Monte, Nana Caymmi, Maria Bethânia... Assim nasceu o disco. Mas desde que a conheci até a feitura do cd, foram pelo menos oito anos. No meio do caminho, já doente e debilitada, ela morreu, o que me entristeceu muito. Queria muito que ela o visse pronto, mas não deu.


Escrito por flap às 01h19
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