FLAP 2007: CONTAMINAÇÕES


A FLAP! RIO DE JANEIRO

por Thiago Ponce de Moraes

 

Segue a programação da Flap! Rio de Janeiro, a se realizar na PUC-Rio, com apoio da Incubadora Cultural, nos dias 4 e 5 de agosto. Teremos grandes nomes da literatura atual em debate, além de mini-recitais, apresentações sonoras e lançamentos. Ninguém vai querer perder!

 

Enfim:

 



Escrito por flap às 13h05
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A FLAP! RIO DE JANEIRO

FLAP-RJ

4 e 5 de Agosto 2007 - PUC-Rio no Auditório do RDC

http://flap2007.zip.net/

PROGRAMAÇÃO


Sábado, dia 04 de agosto

[1] 14:30h – Leitura do poema Tabacaria, de Álvaro de Campos, pelo poeta Eduardo Tornaghi + Leitura InVERsa


[2] 15h às 16:30h - Contaminações
Mediação: Thiago Ponce - poeta


- Bruno Cattoni - poeta e jornalista
- Márcio-André - poeta e músico
- Paulo Ferraz - poeta e editor
- Sylvio Back - poeta e cineasta
- Toni Barreto - poeta, restaurador e encadernador

[3] 16:30h às 18h - A Literatura na Sala de Aula
Mediação: Vinicius Baião - poeta

- Alberto Pucheu - poeta, professor de Teoria Literária UFRJ
- Érico Braga – poeta e professor
- Flávio Corrêa de Melo - escritor
- Marcus Alexandre Motta - professor de Literatura Portuguesa da UERJ


[4] 18h – InTERvalo InVERso

[5] 18:30h às 20h - E quem vive disso?
Mediação: Raphael Vidal – editor e escritor

- Cairo Trindade - poeta
- Marcelo Lachter
- Pedro Tostes - poeta e editor
- Silviano Santiago - escritor e professor *
- Thereza Cristina Motta - editora e poeta




Escrito por flap às 13h05
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A FLAP! RIO DE JANEIRO

Domingo , dia 5 de agosto

[6] 14:30h – Apresentação de texturas poéticas e realidades experimentais com Arranjos para assobio

[7] 15h às 16:30h - O Além Livro
Mediação: Leandro Jardim - poeta


- Ana Paula Maia - escritora

- Andréa Paola - poeta
- Cecília Giannetti – escritora e editora
- Sérgio Sant'Anna – escritor
- Viviane Mosé - poeta e filósofa*


[8] 16:30h – InTERvalo InVERso

[9] 17h às 18:30h - Literatura Falada e Literatura Escrita
Mediação: Priscila Andrade – poeta


- Alexei Bueno - poeta
- Geraldo Carneiro - poeta e letrista
- Henrique Rodrigues - poeta e coordenador de projetos literários
- Mano Melo - poeta

- Salgado Maranhão - poeta


[10] 18:30h – Fechamento InVERso

* confirmações pendentes



Escrito por flap às 13h05
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LANÇAMENTO

 

Após a FLAP, agora é a vez do Demônio Negro mostrar a cara e se apresentar novamente com mais uma série de livros artesanais.

 

Eis o convite:

 

 

 

São mais quatro títulos com lançamento marcado para o próximo dia 14 de julho:

- Sarabanda, poesia de Ana Rüsche;

- Pena e Pluma, edição bilíngue da poeta portuguesa Sónia Bettencourt;

- O elemento subterrâneO, poesia de Victor Del Franco;

- História Impossível, novela experimental de Furio Lonza.

Na mesma ocasião, também será lançado A Louca, romance de Del Candeias.

 

 

O convite está feito, compareçam.

 

 



Escrito por flap às 02h47
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Um pouco da pós-Flap

Por Thiago Ponce de Moraes

 

Uma foto na banheira

 

 

 

No chão, Fábio Aristimunho e Ana Rüsche; na borda da banheira, Eduardo Lacerda, Lilian Aquino, Thiago Ponce, Renan Nuernberger e Andréa Catrópa; dentro da banheira, Ivan Antunes e Gustavo Assano.



Escrito por flap às 12h42
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o homem da quitinete de marfim

Destaque para o escritor Marcelo Mirisola na home da UOL (aqui). Mirisola participará do encerramento da FLAP! com a leitura de trecho de seu novo livro “O Homem da Quitinete de Marfim”, editora Record.

 



Escrito por flap às 15h31
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Deu na Folha

postado por Fábio Aristimunho


 

Flap chega à terceira edição

"Flip alternativa" começa amanhã em SP

Evento acontece na Casa das Rosas e Espaço Satyros; este ano haverá feira de livros na calçada da praça Roosevelt


EDUARDO SIMÕES
DA REPORTAGEM LOCAL

As letrinhas ainda não têm significado. Mas a Flap continua firme com sua proposta de ser uma "festa literária alternativa à de Paraty", menos orientada para escritores-celebridades e mais barata -na verdade, de graça. Em sua terceira edição, a Flap acontece de amanhã a domingo, na Casa das Rosas e no Espaço Satyros, com o tema "Contaminações".
"Pretendermos discutir tudo o que contaminha e é contaminado pela literatura", diz Ana Rüsche, uma das organizadoras da Flap, que começa com uma leitura de poesia convidados lêem seus próprios poemas e trabalhos de poetas da sua escolha.
Uma novidade deste ano é uma feira de livros nas calçadas da praça Roosevelt, com livros com descontos e destaque para escritores independentes. "Cabe a nós o desafio de manter-nos com o bom humor necessário dentro da proposta de não transformar ninguém em celebridade e estabelecer um debate vigoroso, acalorado, sem privilegiar panelinhas ou editoras."
Os debates serão divididos em cinco temas. A abertura, diz Rüsche, servirá de espécie de "memória" do evento, com palestrantes que já estiveram presentes em outras edições. A segunda mesa é dedicada ao ensino de literatura, do ensino médio à profissionalização do escritor. A terceira, confrontará a literatura e linguagens como como cinema, teatro e quadrinhos. A última mesa se debruçará sobre a influência latino-americana na produção contemporânea.
Rüsche chama a atenção para a firmação da Flap no calendário de eventos literários, não só de São Paulo -nos dias 4 e 5 de agosto, a Flap acontece no Rio, em lugar ainda não determinado. Sinais do fortalecimento do evento seriam a divulgação espontânea - "pessoas que nem são da organização auxiliam na propagação do evento"- e a confirmação quase imediata de palestrantes -"que querem efetivamente estar dentro do programa".

(Folha de São Paulo, Caderno Ilustrada, 28 de junho de 2007) 



Escrito por flap às 00h19
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O que você vai fazer neste fim de semana? 

por Victor Del Franco

 

A melhor programação cultural

deste fim de semana está aqui.

 

 

Anote na agenda e compareça.

Faltam apenas 2 dias!

 



Escrito por flap às 14h40
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a FLAP na boca da net

por Ana Rüsche

Precisar o que seja a FLAP! é tarefa que não pretendemos cumprir – exatamente para isso temos o concurso sobre o que significa a sigla F.L.A.P., hehe. Entretanto, é muito interessante ver como na internet espalha-se a notícia, basta digitar “FLAP 2007” no google.

desde os amigos apoiadores como o Germina Literatura, o Cronópios e a Selva e os amigos discretos como a poeta Ana Ramiro.

Já o Ademir Assunção rasga: “É a turma do Projeto Identidade e do Jornal Casulo agitando o pedaço e abrindo espaço. Ferro na boneca, cambada, como diriam os antigos romanos”.

Ou então o adorável Tadeu Sarmento com suas reflexões: “Eventos literários são de um constrangimento maravilhoso, pois é constrangedor assistir a um escritor ou a um poeta falando em público. Estou com Evandro Affonso Ferreira quando este diz que é um passarinho, não um ornitólogo, e que por isso não é capaz de teorizar sobre sua obra. Como dizer aquilo que se escreveu, com outras palavras além das já escritas na página? De qualquer forma, não perderei a http://flap2007.zip.net/ deste ano, que dentre outras maravilhas, desentocará o genial Juliano Garcia Pessanha, direto das intocáveis esferas da coruja de Minerva. Sim, é imperdível. Constrangedor, mas imperdível”.

Ainda na versão do Ivan Hegenberg: “Eu estarei lá, sábado e domingo na Praça Roosevelt, com uma bancadinha de camelô vendendo Será aos desavisados".

Por fim, há as primeiras coberturas desse ano, como a matéria do O Tempo e a chamadinha no Portal LiteralA minoria apaixonada por literatura não faz feio e comparece em peso aos eventos, fazendo com que cresçam a cada ano. Chegando à terceira edição, a Flap!, que acontece entre 29 de junho e 1º de julho em São Paulo, firma-se nesse cenário festeiro com uma programação que se orgulha de "encarar sem reverencialismo a obra literária e seu processo de criação, evitando que a reunião dos membros das mesas se transforme em motivo de espetáculo por receber 'celebridades culturais'. Como diria Paulo Francis, WAAL”.

 

Ao menos todos acertam, pois FLAP é lá o que vc quiser.



Escrito por flap às 18h49
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por Andréa Catrópa



(foto da poeta Hilda Hilst)

Aproveitando o gancho da semana passada, quando coloquei aqui um trecho da entrevista inédita de Zeca Baleiro contando da sua experiência ao fazer o CD em que musicou poemas de Hilda Hilst, vou me referir de novo à “Ode descontínua e remota para flauta e oboé - de Ariana para Dionísio” (2005). À primeira audição, duas impressões: 1) não tinha nada a ver com outros trabalhos do Zeca; 2) soava semelhante a algumas canções interpretadas por virtuoses da nossa MPB, como Mônica Salmaso e Na Ozetti (que, de fato, participam do CD).

Mas enquanto eu ia redigindo as perguntas para a entrevista, deixei “Ode” rolando...repetidas vezes...e fui sentindo o peso e a grandeza daquelas canções:os sentimentos complexos por trás dos poemas de Hilda, a coragem de Zeca em se manter firme no anti-pop.

Insisto no assunto porque acho que no meio literário nem sempre damos a devida atenção aos trabalhos que mesclam linguagens. Como se pairasse no ar o seguinte preconceito: se o texto fosse bom mesmo, não ia precisar estar associado a outras formas de expressão.

Outro dia, o professor Roberto Zular observou uma coisa interessante: nós poetas estamos usando a Internet quase sempre como usamos os suportes impressos. De fato, pouco fazemos hoje que seja poesia especificamente para o meio eletrônico, ou seja, que aproveite as potencialidades do som, da imagem em movimento etc. Será que temos medo de não sermos sérios?



Escrito por flap às 22h50
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Por Ivan Antunes

Tudo pronto para a FLAP 2007

Faltam 6 dias...proponho uma contagem regressiva aos amigos e colaboradores.

- Vai ter Feira de Livro

- Vai ter discussão de literatura

- Vai ter gente que não acaba mais

- Vai ter sarau

- Milho, pamonha, cural, vinho quente (na junina ao lado)...É no dia de São Pedro, mas é FLAP...Que todos os santos estejam pela Literatura Contemporânea nestes dias.

 

Compareça!

"diversão garantida, ou a sua televisão de volta" (maloqueiristas)



Escrito por flap às 12h06
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Lançamento na FLAP

 

por Fábio Aristimunho

 

Aguardem...



Escrito por flap às 00h26
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FLAP! 2007 EM CARTAZ

por Victor Del Franco

 

 

 

 

 

Clique aqui e contamine-se

com a programação completa

 



Escrito por flap às 15h39
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FEIRA LIVRE DE LIVROS

por Ana Rüsche

 

Durante os dias 30 de junho e 1° de julho haverá uma FEIRA LIVRE DE LIVROS nas calçadas da Praça Roosevelt! (na altura dos Satyros I, nº 214) Acabamos de conseguir o Termo de Uso da Subprefeitura da Regional da Sé! Louros ao Ivan Antunes, que botou seu lado causídico para quebrar.

 

Já há várias editoras interessadas. Você também está?! Seja editora ou independente, seguem as normas para participar da feira!

 

INSTRUÇÕES

Para participar da Feira Livre de Livros durante a FLAP

Sábado e domingo, dias 30 de junho e 1º de julho, das 10h às 17h

Praça. Roosevelt, altura do nº 214, Centro - São Paulo

 

No espírito de "feira livre", não será cobrada nenhuma quantia para montagem de bancadas - cada um será responsável pela montagem de sua própria. Confirmações com Eduardo Lacerda.

 

As normas abaixo foram repassadas pela Subprefeitura da Sé. A organização do evento não se responsabiliza por descumprimentos de expositores às regras. Com relação à estrutura, cada expositor será responsável por trazer e montar sua própria bancada na calçada, pois a organização não terá condições de oferecer infra-estrutura como mesas, cadeiras e outros.

 

1) Todo livro vendido, seja ele usado ou novo, terá que possuir a correspondente nota fiscal.

2) "Livros novos" deverão ser vendidos com preço diferenciado das livrarias. Exemplo "40% de desconto".

3) Não será permitido haver nenhuma divulgação de marca de livraria ou editora (Lei Cidade Limpa - Kassab).

4) As bancadas deverão ser montadas nas calçadas da Praça de maneira a não impedir a circulação de pedestres.



Escrito por flap às 20h08
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O Casulo 6 - Teaser



por Andréa Catrópa

O entrevistado do Casulo 6 será o músico, compositor e cantor maranhense Zeca Baleiro. Um dos resultados mais bonitos de seu namoro com a poesia é "Ode descontínua e remota para flauta e oboé - de Ariana para Dionísio". O cd traz poemas de Hilda Hilst musicados por ele e interpretados por grandes vozes femininas da canção nacional, como Ná Ozzetti, Mônica Salmaso, Maria Bethânia e Angela Maria.

Confiram abaixo o poema que no cd é cantado por Zélia Duncan, e, logo depois, um trecho da entrevista inédita.

"É lícito me dizeres, que Manan, tua mulher
Virá à minha casa, para aprender comigo
Minha extensa e difícil dialética lírica?
Canção e liberdade não se aprendem

Mas posso, encantada, se quiseres

Deitar-me com o amigo que escolheres
E ensinar à mulher e a ti, Dionísio,

A eloqüência da boca nos prazeres
E plantar no teu peito, prodigiosa
Um ciúme venenoso e derradeiro."
(Hilda Hilst)



O CASULO: Em 2005, você lançou “Ode descontínua e remota para flauta e oboé”, cd no qual musicou uma série homônima de poemas de Hilda Hilst. Gostaria que falasse um pouco da sua experiência com a poeta.
ZECA BALEIRO: Hilda era uma figura fantástica. Quando fiz meu primeiro cd, enviei uma cópia autografada a ela, com carinho de fã, sem maiores interesses. Pra minha surpresa, ela me ligou dias depois, com a voz debilitada por uma isquemia, e falou que queria ser minha parceira, que tinha adorado “Heavy Metal do Senhor” e “Bandeira”, que literatura não dava dinheiro, um monte de coisas... Achei aquilo divertido e inusitado, porque sempre fui um grande admirador da sua literatura. Ela foi uma “descoberta literária” que muito me espantou e instigou. Então ela me enviou um disquete com toda a sua obra poética, antes mesmo de seus livros serem relançados pela Editora Globo. Fiquei namorando seus poemas, até que comecei a musicar sem muitos planos a “Ode”. Fiquei muito envolvido com aquilo e gostando das canções que surgiam. Então, gravei tudo e mandei pra ela ouvir. Ela adorou, não sem contestar a métrica de um dos versos, claro, e então lancei a proposta de fazermos um disco de cantoras. Ela adorou e se entusiasmou, começou a propor nomes, Marisa Monte, Nana Caymmi, Maria Bethânia... Assim nasceu o disco. Mas desde que a conheci até a feitura do cd, foram pelo menos oito anos. No meio do caminho, já doente e debilitada, ela morreu, o que me entristeceu muito. Queria muito que ela o visse pronto, mas não deu.


Escrito por flap às 01h19
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